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Programa de Atendimento aos Transtornos Afetivos – PRATA

PROGRAMA DE TRANSTORNO AFETIVO NA INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA (PRATA)

O Programa de Transtornos Afetivos na infância e na Adolescência (PRATA)é um programa de assistência, ensino e pesquisa do Serviço de Psiquiatriada Infância e Adolescência (SEPIA).

OPRATA é composto por médicos, médicos residentes, psicólogose estudantes de graduação da área de saúde.

      Esteprograma tem os seguintes objetivos:

    1. Oferecer assistênciapsiquiátrica especializada para crianças e adolescentes poratdoresde Depressão Grave e Transtorno Bipolar;
    2. Formação de especialistana área de psiquiatria da infância e da adolescência;
    3. Pesquisa sobre osaspectos clínicos e neurobiológicos dos Transtornos Afetivos com iniciona infância e na adolescência.

     A  equipemultidisciplinar de 2011 é composta pelos seguintes profissionais:

  • Dra. Lee Fu-I - Médica Supervisora do SEPIA. Criadora do programa e responsável geraldo PRATA.
  • Dr. Miguel AngeloBoarati - Médico Assistente e pesquisador. Coordenador geral doAmbulatório do PRATA.
  • Dra. Ana PaulaFerreira Maia – Médica colaboradora e pesquisadora do PRATA.
  • Dr. Alexandre Boronat- Médico colaborador e pesquisador do PRATA.
  • Dra. Ana Rosa SilveiraCavalcanti - Médica colaboradora e pesquisadora doPRATA.
  • Dr. Gustavo NogueiraLima - Médico colaborador do PRATA.
  • Psc. Sabrina Amaro- Psicóloga clínica, colaboradora e pesquisadora do PRATA.
  • Psc. Erika BispoAzevedo - Neuropsicóloga e colaboradora do PRATA.

Paraevitar encaminhamentos desnecessários ou incorretos, o que poderiaacarretar perda de tempo e, evitar frustração por falsas espectativasde atendimento, solicite que os colegas colaborem seguindo os procedimentosde encaminhamento.

Porser um programa destinado a uma demanda específica, não serão aceitospara triagem casos sem encaminhamento de médicos com especializaçãoem psiquiatria ou neuropediatria;

Para encaminhamentoao PRATA

     Oencaminhamento de pacientes para o PRATA deve seguir os seguintes critérios:

  1. Crianças e adolescentesaté a idade de 17 anos e 10 meses;
  2. Crianças e adolescentesdevem ter em mãos uma carta de encaminhamento de um psiquiatra assinado(médico psiquiatra de serviço público ou privado ou psiquiatras deoutros Programas do Instituto de Psiquiatria).
  3. Devido à falta derecursos técnicos, não serão aceitos pacientes nas seguintes condições:
    1. Dependência química
    1. Problemas de condutagrave (problemas legais, passagem por unidades de ressocialização),
    2. Casos de falta decomprometimento com o esquema de assistência proposta pela equipe médica(ex - não comparecimento às consultas, não realização de examessolicitados, recusa em participar das terapias propostas).

Adefinição dos casos de transtorno afetivos para encaminhamento aoPRATA são os seguintes: 

DEPRESSÃOGRAVE com:

  1. Sintomas psicóticos;

  2. Ideação suicidaclara ou tentativa prévia grave;

  3. História familiarde Transtorno Bipolar em parentes de primeiro e segundo graus;

  4. Refratário ao tratamentoclínico realizado corretamente

  5. Sintomas de riscopara Transtorno Bipolar:

    1. Lentificação psicomotora.

    2. Piora significativacom o uso de algum antidepressivo ou medicação psicoestimulante (ex.Ritalina).

    TRANSTORNOBIPOLAR:-

  1. Tipo I ou tipo II,seguindo critérios de DSM-IV e/ou CID-X

  2. Tipo Não - Especificado

  3. Oscilação de humor;

  4. Período evidentede euforia;

  5. Estados mistos.

OBS. Nomomento não temos recursos técnicos suficiente para atendimento aoscasos de depressão leve ou moderada. Estes deverão ser encaminhadosa outros serviços (CAPS-I, ambulatório de saúde mental).

Oscasos que são triados para seguimento no serviço são avaliados eseguidos no ambulatório do PRATA que acontece às terças e quintasfeiras. Todos os casos são atendidos por médico psiquiatra (semprecom supervisão dos coordenadores).

Alémde avaliação psiquiátrica e tratamento medicamentoso, também serãoaplicados para os pacientes e seus pais (escalas e entrevistas estruturadas)para acompanhamento de evolução clínica e perfil cognitivo-emocional,para melhor compreensão do quadro, prognóstico, desenvolver melhoresestratégias terapêuticas, além de pesquisa clínica (sempre e somentecom consentimentos dos pais ou responsáveis legais dos pacientes).