Fábio Salzano e Raphael Cangelli, ambos do IPq, falam sobre transtorno alimentar. Confira!
Especialistas alertam para avanço de conteúdos que normalizam comportamentos de risco e atingem usuários cada vez mais jovens.
Por Poliana Casemiro, Lara Cáfaro*, g1
“Esse movimento que estamos vendo é um risco à saúde. As pessoas estão naturalizando quadros de doença. A gente tem um terreno em que as pessoas estão muito mais vulneráveis.” — Fábio Salzano, psiquiatra do Ambulim
“As pessoas seguem essas dicas, aderem a esse tipo de movimento e nem percebem o comportamento de transtorno alimentar. Ou seja, a pessoa evolui muito nesse ciclo sem se reconhecer doente e isso leva a quadros mais graves da doença”, explica. Raphael Cangelli.