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Rosa Hasan e Renatha El Rafihi Ferreira, especialistas do IPq, falam sobre  insônia , em matéria do Jornal da USP. Confira!

“A insônia atinge até um em cada três brasileiros, interferindo na saúde, no bem-estar e na produtividade. O problema tem uma abordagem eficiente que não requer medicação, a terapia cognitivo comportamental (TCC), primeira linha de tratamento, mas ainda pouco utilizada. Um estudo da USP acaba de mostrar que os remédios para dormir continuam sendo o tratamento predominante, sejam prescritos ou por automedicação. 60% dos participantes relataram o uso, com destaque para os hipnóticos (44% dos participantes), como o Zolpidem, e os benzodiazepínicos (37,9%), como o clonazepam – ambos com efeitos adversos que podem ser graves, especialmente no longo prazo.”

“A pesquisa liderada pelo Instituto de Psiquiatria (IPq) da Faculdade de Medicina da USP (FMUSP) mostrou que uma parcela expressiva dos adultos que procuraram tratamento psicológico para insônia já fazia uso de medicamentos para dormir. Para Renatha El Rafihi Ferreira, coordenadora do estudo publicado na revista Sleep Science, “os números indicam a necessidade de ampliar o acesso a intervenções comportamentais, e promover o uso racional desses medicamentos”.”

Leia mais – Fonte:  https://jornal.usp.br/ciencias/brasileiros-estao-tomando-muito-remedio-para-dormir-quando-ha-alternativas-eficazes/