Rodrigo Menezes, do IPq, fala sobre dependência tecnológica, em matéria do jornal Estadão. Confira!
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“Impulsividade, ansiedade social, baixa autoestima, histórico familiar de dependência e uso dos games para escapar de problemas aparecem entre os fatores mais frequentes. “O jogo, muitas vezes, é o sintoma de um contexto maior”, pontua o psiquiatra da USP. Por isso, não é raro que o transtorno venha acompanhado de outros problemas de saúde mental — depressão, transtorno de ansiedade e transtorno de déficit de atenção com hiperatividade (TDAH) estão entre as comorbidades mais frequentes.”
Leia o texto completo – Fonte: https://www.estadao.com.br/pulsa/mente-e-cerebro/quando-jogar-deixa-de-ser-diversao-conheca-o-transtorno-do-jogo-eletronico/