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Tânia Correa Ferraz, do IPq, fala sobre “friend bombing”, comportamento em que uma pessoa se aproxima de outra com demonstrações exageradas de afeto logo no início da construção de uma amizade e, de repente, some. em matéria do jornal O Globo. Confira!

Laís Rissato

— Rio de Janeiro

Atualizado

“Por se apresentar como algo positivo, a prática raramente é questionada, gerando mal-estar e nenhum diálogo entre as partes. “Você se culpa por se sentir incomodado. Como é uma intensidade vinda no pacote do carinho, não reclama”, continua ela. Tânia afirma que o perfil do “friend bomber”, ao contrário do “lover bomber”, nem sempre é mal-intencionado: por vezes, é alguém frágil e inseguro, com dificuldade de regulação emocional. “São pessoas com medo de abandono e que, ao mesmo tempo, praticam um sumiço ‘punitivo’, para o outro sentir falta e culpa. Isso me lembra as amizades da pré-escola: ‘Se não concorda comigo, não gosta mais de mim, não é minha amiga’.”

Leia a matéria completa – Fonte: https://oglobo.globo.com/ela/noticia/2026/07/20/tem-um-amigo-friend-bomber-entenda-como-afeto-repentino-e-cobrancas-excessivas-podem-acabar-mal.ghtml