Tânia Ferraz Alves e Fernando Fernandes, ambos do IPq, falam sobre depressão funcional, em matéria da Revista Gama. Confira!
“Quando a gente fala de depressão com alta funcionalidade, geralmente o que está querendo dizer é que a pessoa está deprimida, mas para o mundo parece que não. Eu imagino alguém que está na faculdade, trabalhando, fazendo tudo, mas com muito mais sofrimento”, diz a psiquiatra Tânia Ferraz Alves, diretora do corpo clínico do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP.”
“De acordo com Fernando Fernandes, médico psiquiatra do Grupo de Transtornos do Humor do Instituto de Psiquiatria da USP, os termos técnicos que mais se aproximam da depressão funcional são as chamadas “depressão leve”, quando o quadro não é percebido e se consegue encobrir os sintomas, e “atípica”. “Na depressão atípica, é muito comum a pessoa reagir em determinados momentos. O humor dela tem essa característica de reagir a estímulos”, explica.”
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