Profa. Helena Brentani, responsável pelo Programa do Espectro Autista do IPq/HCFMUSP em matéria no Jornal O Estado de S. Paulo, fala sobre o valor de um abraço.
04 de maio de 2020 | 12h00
“Podemos dizer que precisamos de contato físico sempre. Isso propicia sensações e experiências que vão aumentando o repertório de conhecimentos do cérebro sobre o eu e o mundo. Isso ajuda a construção do nosso modelo mental do mundo, fundamental para que o cérebro possa fazer boas previsões, explicando sinais de entradas sensoriais. Isso nos garante reforço afetivo, social e motivação”, diz Helena.”
Fonte: https://www.estadao.com.br/cultura/por-que-um-abraco-faz-tanta-falta-durante-a-quarentena/