Dra. Tânia Alves, coordenadora do Ambulatório de Luto do IPq, fala sobre luto e pandemia no Portal Uol/ Universa.
“No Brasil não se respeita a dor”, diz médica do Ambulatório do Luto do HC

Paula Nogueira
Colaboração para Universa
07/05/2021 04h00
“As mulheres não são mais frágeis do que os homens, mas culturalmente elas têm uma permissão maior para viver o luto”, afirma a psiquiatra Tânia Maria Alves que, após superar uma perda familiar importante, decidiu ajudar pessoas que atravessam momentos semelhantes. Há 14 anos, ela criou e coordena até hoje o Ambulatório do Luto do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas, em São Paulo.