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Matéria ao Jornal O Globo, Mario Louzã, do IPq, comenta sobre devaneio excessivo.

Por Bernardo Yoneshigue, O GLOBO

 

“— Os estudos científicos sobre esse conceito são recentes, mas é um fenômeno que conhecemos há muitos anos. A questão é que a pessoa saudável entra e sai desse estado de divagação de uma forma relativamente rápida, com qualquer estímulo do ambiente externo, por exemplo. O que não é o caso dessas pessoas [que têm a condição] — explica o psiquiatra Mario Rodrigues Louzã, coordenador do Programa de Déficit de Atenção e Hiperatividade no Adulto do Instituto de Psiquiatria da USP (Prodath/ IPq).”