Fábio Salzano, vice-coordenador do Programa de Transtornos Alimentares/Ambulim do IPq, afirma que a exposição a bonecas com padrões corporais irreais na infância e adolescência pode levar a impactos negativos na forma como a pessoa vê a si mesma, causando até distorção de imagem. Leia a matéria completa no o Globo.